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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

A Luneta mágica
(Joaquim Manoel de Macedo)


O livro a luneta mágica é uma obra que se afasta bastante do romance sentimental romântico. Mais se a luneta Mágica se afasta do romance ligeiro de complicações amorosa e desenhasse pulgas, não se aproxima de nada.
Paira indecisa entre á fabula, o conto de fadas, e a história era tudo entremeado de degradações.As frequente nem sempre oportunas.
Especulações sobre o bem e o mal se conduzem através de um discurso em que predomina o lugar comum romântico,enunciado por um narrador que proclama sua miopia física e moral desde a primeira página.
Simplício é o narrador-protagonista.Em primeira pessoa,conta-nos suas desventuras de míopes que ''As duas polegadas dos olhos não se distingue um girassol de uma violeta''.
Mas suas desventuras sobrevivem á sua miopia.De um misterioso armênio,dotado de poderes sobrenaturais,consegue uma luneta através da qual lhe é possível ver com clareza.Mas,como ocorre com todos os objetos mágicos,o uso do monóculo encantado tem suas restrições:
- Se fixado mais de três minutos de visão,e passa,assim a viver num mundo de traições,desonestidades,hipocrisias.
Levado ao desespero pela continuação do mal,Simplício acaba por espatifar o talismã que no divide do tempo,é substituído por um outro com poderes inversos:
-Fixa mais de três minutos um qualquer pessoa,animal ou objeto,proporcionará a Simplício uma visão do bem.

Fim

Lorena 8 ª A

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